Este parque era da minha filha Catarina, nunca gostei de ver a cachopa ali dentro e ela odiava lá estar. A minha avó era quem tomava conta dela e insistia em que ali é que ela estaria bem.
Com a Vi, apesar das 3 tentativas que fiz, ela chorava, chorava e nunca lá ficou mais que dois minutos.
Para mim um parque destes é um péssimo investimento. A Vi começou a gatinhar com 6 meses porque a deixava livre em cima de uma manta na sala sob o nosso olhar atento, e depressa começou a andar.
Com 10 meses já andava, não fosse ter partido a pernoca. Mas agora aos 12 meses então anda e já corre por todo o lado, adora fazer corridas com a Sasha (sempre corre bem, mas o cair e levantar também é importante).
Acho que as crianças precisam de se sentir livres e explorar o seu mundo.
Ou seja este parque esteve a maior parte do tempo arrumado.
Decidi aproveitá-lo para fazer uma trélis no quarto das "little girls".
Retirei a armação de ferro e aproveitei o chão.
Comprei um tecido no mercado local, disseram-me que havia por lá tecidos muito engraçados e a preços bastante em conta. Claro que eu gostaria mais que fosse um tecido Tilda, mas fiquei-me por este.
As letras foram oferecidas pela minha querida
amiga Neuza, com restinhos de madeira das caixas de vinho, da ilha que ela anda a fazer para a cozinha.